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Escola Maria Peregrina
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A Escola
 
Somos a Escola Maria Peregrina
 
A famosa frase: “quando se abre uma escola, fecha-se uma prisão”, atribuída a Vitor Hugo, poderia ser uma verdade se as escolas fossem mais divertidas que os shoppings, mais penetrantes que os zoológicos, tão respeitosas quanto os altares das igrejas, ou mais desejosas do que as férias. Se assim fossem, as escolas não teriam divisões de classes e séries, os alunos seriam livres para formarem sua própria turma, como nas brincadeiras de rua. Na escola que fecha prisões, os alunos escolheriam seus professores como escolhem seus amigos. Por isso, os professores, teriam nomes mais afetuosos: tutores. Os estudos seriam pesquisas de seus interesses particulares. Dentro dessas pesquisas, os tutores orientariam o grupo ou, individualmente, cada aluno, como num programa de mestrado ou doutorado. Além disso, o tutor, aproveitando a pesquisa, encaixaria nela as matérias curriculares correspondentes e outras mais avançadas, de acordo com a caminhada do aluno. Para as escolas fecharem as prisões é preciso não só muito livro, mas muita provocação à leitura. Os alunos por si só teriam o livre desejo de buscarem nos livros a base de suas pesquisas, sem nenhuma opressão. Seriam autônomos colhendo conhecimentos da internet, de especialistas, da família e de outras fontes, até a conclusão da pesquisa.   Escolas assim jamais aprisionariam um aluno na sala de aula, diante de uma lousa, quietos, aprendendo sem interesse e impositivamente. Para ficar melhor, as notas seriam abolidas, afinal, quem marca pessoas com números e letras são os presídios. As notas seriam grandes relatórios do ser total de cada aluno, feitas não só pelos tutores, mas por psicólogos preventivos, amigos, pais e pelo próprio aluno. Todavia, essa escola seria um lugar onde todos os alunos teriam responsabilidades individuais, para melhorar cada vez mais o ambiente. O bullying ali não teria espaço, porque haveria uma assembleia só de alunos composta por prefeito, vice-prefeito e dois vereadores, a fim de organizarem, opinarem, reclamarem, criarem leis e projetos para escola. Essa escola deveria visitar os pais dos alunos semanalmente em suas casas. Além disso, atenderia regularmente na própria escola cada pai e mãe, a fim de ouvir e direcionar suas vidas. As famílias seriam tão presentes que se reuniriam todas num domingo por mês, passando o dia todo na escola. Nesse dia, elas celebrariam a graça e o mistério de uma pequena escola fechar tantas “prisões”. Tudo isso poderia ser um sonho, uma tese, uma alucinação, ou, simplesmente a Escola Maria Peregrina.
Somos a Escola Maria Peregrina
Apresentação
 
Na Escola Maria Peregrina não há classes, séries e nem provão. É o aluno que escolhe seu professor, seu grupo de estudo e o que quer aprender. Nesta escola não há apostilas, porque o aprendizado do aluno parte do que ele quer pesquisar. É pela pesquisa de interesse do aluno que seu tutor (professor-orientador) vai inserindo as matérias curriculares. Diante disso, a Escola Maria Peregrina cumpre o papel de provocar prazer, liberdade e autonomia nos alunos e eliminar o monstro chamado: escola.
 
Estrutura
 
Neste ano de 2015, a Escola Maria Peregrina acolhe 108 alunos, com idades entre 6 a 15 anos de idade, cursando do primeiro ao nono ano do ensino fundamental. A cada ano aumenta-se uma série, a permitir que as séries mais avançadas cheguem ao ensino médio, já em 2016. Os alunos se dividem em grupos de pesquisa de no máximo 12 integrantes, sem restrição de idade ou série. O método pedagógico é baseado na individualidade e na pedagogia de projeto. Por isso, a Escola oferece várias salas de bibliotecas temáticas, sala de multimídia com vários filmes educativos, sala de informática, além de computadores disponíveis em cada biblioteca. Porém, para atender a pedagogia de projeto com mais eficácia, a escola oferece transportes de pesquisas, que movem os alunos para pesquisa de campo.
 
Particular
 
A Escola Maria Peregrina é particular porque não tem nenhum vínculo governamental. Quem administra a escola é a mantenedora Missões Maria Peregrina. O fato de ser particular permitiu que a escola tivesse a liberdade de construir sua própria filosofia educativa, em consonância com os parâmetros curriculares editados pelos órgãos nacionais. Com isso, alguns teóricos humanistas, teólogos e educadores, bem como algumas instituições, são professores eternos para a escola Maria Peregrina, como: Jean Piaget, Henry Wallon, Howad Gardner, Victor Frank, Paulo Freire, Escola da Ponte, Celso Antunes, Papa João Paulo II, São Francisco de Sales, Rubens Alves, Concílio Vaticano II, Clodovis Boff, José Pacheco e outros.
 
Integral
 
Os alunos entram na escola às 8h e saem às 17h30min. O método pedagógico exige que o aluno permaneça na escola o maior tempo possível. Para tanto, é preciso um tempo considerável do dia, a fim de que se descubra e desenvolva não só a parte cognitiva (raciocínio e pensamento), mas o afeto, a criatividade e as inteligências múltiplas. Na parte da manhã, os alunos trabalham com as pesquisas de projetos. No período vespertino, eles participam de atividades artísticas (teatro, artes plásticas, violão clássico, viola, orquestra de sopro e teoria musical), atividades físicas (karatê, educação física, escola de futebol e balet), atividade cognitiva (xadrez e jogos matemáticos) e atividade linguística (inglês e literatura).
 
Sem mensalidades
 
A Escola é totalmente sem mensalidades. Não há nenhuma obrigação financeira do aluno ou seus pais, exceto a aquisição de seu uniforme e material escolar. Diante disso, a Escola não se caracteriza pela gratuidade, porque a família de cada aluno tem sua "paga": a participação efetiva e formativa. Por isso a Escola Maria Peregrina não pode ser considerada um assistencialismo, porque exige a comunhão e a participação direta da família na formação do aluno - a família também é matriculada na Escola. Pelo fato de ser sem mensalidades, a Escola é favorecida pela liberdade de implantar o melhor e mais justo método de transformação familiar; caso contrário, ela poderia ser refém de mensalidades e interesses de quem a manteria financeiramente.
 
Individualizada
 
A Escola foi fundada para educar o aluno e não os alunos. Nisso consiste sua individualidade. Cada família pré-matriculada na escola passa por um levantamento psicológico (anamnese) sobre a vida do filho, que vai desde a concepção até os dias atuais da criança. Essa avaliação é feita pelos psicólogos da Escola, que obtêm um histórico psicológico-emocional do aluno. Por esse histórico, acrescido do acompanhamento familiar e o comportamento diário, a Escola desenvolve um método de ensino próprio para cada aluno. Portanto, não há só a proposta pedagógica geral, mas uma proposta individualizada. Afinal, cada indivíduo é um ser único, e, por isso, a Escola faz brotar sua pedagogia a partir das alegrias e tristezas de cada ser.
 
Familiar
 
O mais importante aluno da Escola é a família. Por isso, cada família recebe um acompanhamento pessoal visando a sua transformação. Esse acompanhamento se dá pelas visitas constantes nas casas e pelo Plantão Pedagógico mensal, que é uma partilha com a família sobre o desenvolvimento do aluno na instituição. Visitar a casa das famílias tem como objetivo a formação pessoal pela solidariedade e partilha objetivando a reeducação moral e ética dos indivíduos. A Escola propõe também formações semanais e mensais, com a função de restaurar o convívio entre casais e outros membros da família. Por tudo isso, a Escola reúne em seu prédio todos os pais no último domingo do mês (Domingo da Vida). Nesse dia, a família celebra a unidade num almoço comunitário, participa das apresentações das pesquisas dos filhos, adquire conhecimento e experimenta a Deus em momentos de oração.
 
Católica
 
A Escola Maria Peregrina é uma instituição, cujos membros fundadores e administradores são pessoas consagradas na Igreja Católica Apostólica Romana. Todavia, a maior motivação da religião cristã-católica na escola é a possibilidade de oferecer a formação na experiência da pessoa de Jesus Cristo, uma vez que Jesus é a maior referência humana entre os homens. Contudo, a tolerância e a comunhão entre religiões é bem cuidada na escola, sendo isenta de todo tipo de proselitismo ou discriminação, uma vez que a instituição acolhe alunos e famílias de várias religiões.
 
Você pode ajudar!
 
Você poderá ajudar fazendo parte do Fundo de Investimento na Escola dos Sonhos. A Escola Maria Peregrina é o próprio fundo de investimento. Investindo na escola o retorno é "gente que pensa para o mundo". Este fundo não tem retorno de capital investido, mas sim filhos inteligentes e famílias restauradas para a sociedade.
Você tornará um investidor com um valor mínimo de R$ 15,00 (quinze reais) mensalmente. É óbvio que o valor investido poderá ser bem maior. O investimento poderá ser feito via boleto bancário ou em débito automático.
 
A continuação dessa história depende de você!
 
 
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